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Minha Reserva
de Emergência

Quanto guardar para atravessar um imprevisto? Comece com quatro informações.

Seu ponto de partida

Exemplo preenchido. Troque pelos seus valores.

Despesas essenciais e compromissos que precisam continuar sendo pagos.

Não sei minhas despesas essenciais

Some apenas sua parte nas despesas da casa. As parcelas aqui são compromissos obrigatórios, não o total da fatura somado novamente.

Total: R$ 0,00

Evite repetir o mesmo gasto em categorias diferentes. Contas anuais previsíveis merecem uma provisão separada.

Valor líquido disponível para emergências. Exclua dinheiro das contas do mês e de outros objetivos. Pode ser zero.

A meta é sua escolha. Seis meses é apenas o exemplo inicial.

Como escolher minha meta?

Compare metas menores e maiores. Pense no tempo necessário para recompor sua renda e nos compromissos que continuariam existindo.

Estas perguntas ajudam a refletir; não definem um número obrigatório. Uma primeira etapa menor pode tornar o plano mais viável.

Um valor que caiba no orçamento. Aporte zero também pode ser simulado.

Opcional · simulação com percentual do CDI

Data e premissas do plano

Despesas e aportes constantes, sem taxas de administração ou reajuste pela inflação. Projeção limitada a 120 meses. Revise a meta se suas despesas mudarem.

Seus valores são calculados nesta página. Não pedimos nome, e-mail ou telefone.

RESERVA QUE FUNCIONA NA VIDA REAL

Dinheiro para estar disponível.

Busque baixo risco e facilidade de resgate. Confira se o dinheiro pode ser usado no momento em que você precisa — inclusive fora do horário bancário.

O que entra como emergência?

Um gasto necessário e inesperado, como um reparo urgente ou uma interrupção de renda. Impostos anuais, matrícula e viagens planejadas devem ter recursos separados.

Por que usar despesas em vez de salário?

A meta mede o custo de manter o essencial. Salário e despesas podem ser muito diferentes. Inclua os compromissos que continuariam sendo pagos durante um imprevisto e revise o valor quando sua realidade mudar.

Minha reserva já atingiu a meta. E agora?

Confira se a meta ainda cobre suas despesas atuais. Se usar parte do dinheiro, planeje a reposição. O valor acima da meta escolhida não é automaticamente dinheiro livre: considere seus outros compromissos.

Estou endividado. Qual aporte colocar?

Use um valor que caiba depois das despesas e pagamentos assumidos. Se não houver sobra, simule zero e reveja seu orçamento e as condições das dívidas antes de assumir um aporte fixo.

Como os cálculos funcionam e fontes consultadas

Meta e prazo

A meta é a despesa mensal multiplicada pelos meses escolhidos. A cobertura atual é o saldo líquido dividido pela despesa mensal. O prazo é o primeiro fechamento mensal em que o saldo líquido projetado alcança a meta, limitado a 120 meses.

Os aportes entram ao fim de cada período mensal, a partir de um mês após a data inicial. Mantemos o dia original; em meses curtos, usamos o último dia. Fins de semana e feriados não deslocam as datas. Sem rendimento: saldo = saldo inicial + número de aportes × aporte mensal.

A sugestão de aporte para um prazo usa o valor futuro de cada depósito e arredonda o aporte para cima, ao centavo. A referência do Banco Central usa depósitos no início do período; aqui usamos o fim, para não antecipar um rendimento que ainda não ocorreu.

CDI e impostos

O CDI anual é convertido em taxa diária pela base de 252 dias úteis. O percentual contratado é aplicado sobre essa taxa diária. Para projetar entre datas, distribuímos os 252 dias úteis proporcionalmente pelos dias corridos, em base de 365 dias. É uma aproximação, não um calendário bancário exato.

No modo CDB/RDB, cada aporte tem idade própria: IR de 22,5% até 180 dias; 20% de 181 a 360; 17,5% de 361 a 720; e 15% acima de 720. O IOF segue a tabela regressiva até o 29º dia; o IR incide sobre o ganho após IOF. O saldo líquido desconta o imposto estimado de um resgate total em cada data, sem realizar esse resgate mensalmente.

No modo de IR a cada crédito, o rendimento é reinvestido após a alíquota informada, com crédito diário aproximado e sem IOF. O modo sem impostos é apenas uma hipótese; não significa que um investimento tenha isenção ou liquidez adequada.

O saldo inicial deve ser líquido e é tratado como nova aplicação na data inicial. Não reconstruímos o custo ou os impostos de aplicações antigas. Não há saques na projeção principal; o cenário de emergência parte de uma retirada líquida na data inicial. Taxas, carências, vencimentos, promoções e alterações futuras do CDI ou das despesas não são modelados.

A consulta opcional ao Banco Central envia uma solicitação pública de taxa, sem os valores que você preencheu. Os cálculos não são enviados a um cadastro. Para conservar o plano, use a impressão ou a opção de PDF do seu navegador.